Por que os homens vão menos ao médico e como mudar esse quadro?

Marco Antonio Quesada Ribeiro Fortes
Marco Antonio Quesada Ribeiro Fortes

O médico Marco Antonio Quesada Ribeiro Fortes é especialista em urologia há mais de duas décadas. Com bastante experiência, hoje possui enfoque em um ramo muito tecnológico da área: realizando cirurgias minimamente invasivas para o tratamento de câncer de próstata, a prostatectomia robótica. Além disso, formou-se na Universidade Federal do Rio de Janeiro, e é mestre e doutor pela Universidade Federal de São Paulo. Hoje atende em seu consultório, localizado no Rio de Janeiro. Dessa maneira, o médico fala sobre um tema que ainda é pouco discutido: a incontinência urinária masculina.

Em geral, a parcela masculina vai menos ao médico se comparado às mulheres. É de suma importância que esse panorama mude, tendo em vista os riscos do desenvolvimento de doenças sem o indivíduo não ter a ciência. Portanto, é imprescindível a realização de consultas médicas e exames clínicos para averiguação do funcionamento do corpo.

Além disso, se feitas as consultas médicas e exames, é possível identificar a presença de doenças de forma rápida, sendo assim, através de um diagnóstico precoce, as chances de cura aumentam em grandes porcentagens, portanto, fica o apelo feito pelo médico Marco Antonio Quesada Ribeiro Fortes para que os homens se cuidem mais. Campanhas como o Novembro Azul todos os anos fazem alusão e promovem o cuidado masculino, em se tratando de patologias e, em especial, o câncer de próstata.

Há uma certa vergonha por parte dos homens para relatar problemas e distúrbios, contudo esse tabu precisa ser combatido para a melhora de qualidade de vida e saúde para a parcela masculina de nossa sociedade. Além disso, é importante que o médico pergunte ao paciente sobre possíveis temas que não serão colocados em pauta por ele, tendo em vista o receio e a vergonha.

Em se tratando, especificamente, da incontinência urinária, a maioria dos pacientes homens que sofrem desse mal, a primeiro instante, possuem receio de falar ao médico sobre essa situação, pois ocorre um certo constrangimento em prol de uma espécie de “exposição de fragilidade”. Dessa maneira, o Dr.Marco Antonio Quesada Ribeiro Fortes diz que cabe ao médico “quebrar esse gelo” e promover uma conversa franca e natural acerca desses problemas que acometem homens e mulheres, para que o paciente se sinta à vontade em relatar esses problemas.

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